Poderá o/a profissional ter o pagamento da anuidade isento nos seguintes casos, conforme a resolução de anuidades vigente:
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Ter suspendido o exercício profissional no país, em função de missão ou mudança temporária para outro país, com permanência superior a 6 meses;
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Doença devidamente comprovada que incapacite o exercício da profissão por prazo superior a 6 meses;
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Enquanto perdurar a privação de liberdade.
Atenção 1: Os pedidos de isenção retroagem no máximo 5 anos, respeitando a prescrição quinquenal prevista no código tributário nacional.
Atenção 2: Estão isentos/as do pagamento de anuidade os/as profissionais inscritos/as, ou que forem se inscrever, que possuam idade igual ou superior a 60 anos, nos termos da Resolução CFESS 299/1994 e 427/2002.
Se estiver inadimplente, você deve entrar em contato com o Cress para obter orientações sobre as possibilidades de negociação do débito. Caso não procure o Conselho, a/o profissional poderá ser notificada/o a comparecer para a devida negociação. Em caso de inviabilização da negociação, os débitos serão inscritos na Dívida Ativa do Conselho e cobrado judicialmente (Ação de Execução Fiscal), o que significa, além do pagamento dos débitos, as custas advocatícias.
As formas de negociação referentes às anuidades em atraso e que possibilita o parcelamento dos débitos estão previstas no art. 5º e seus Parágrafos 1º e 2º, da Resolução Cfess nº 829/2017 (acesse aqui).
A anuidade tem natureza tributária e sua arrecadação é obrigatória pelas entidades, sob o risco de violarem o disposto nos arts. 3º a 11 da Lei 12.514, de 28 de outubro de 2011 (Lei das Anuidades dos Conselhos).
É a que habilita o/a assistente social ao exercício simultâneo da profissão por mais de 90 dias em estados diferentes de onde mantém inscrição principal, conforme definido no art. 7º da Resolução Cfess 1.014/2022. Neste caso, a anuidade será devida ao Cress onde a inscrição seja a principal
O Conselho Regional de Serviço Social (Cress) é responsável pelo registro profissional no estado onde o/a assistente social irá trabalhar. Somente poderá exercer a profissão de assistente social, em qualquer modalidade de serviço ou atividade laboral, profissional com registro ativo e regular Cress. O registro pode ser por inscrição principal ou secundária.
As anuidades são deliberadas no Encontro Nacional Cfess-Cress, que define os patamares mínimo e máximo, conforme previsto na Resolução Cfess 469/2005, disponível em RESOLUÇÃO CFESS Nº 469/2005 13 de maio de 2005.
Após essa definição, cada Cress realiza Assembleia Geral com a categoria, para aprovação do valor naquele estado, de acordo com os patamares definidos nacionalmente, conforme previsto na Resolução Cfess 470/2005, art. 23, inciso III. Essa Assembleia é convocada pelo Cress, sendo aberta à participação de assistentes sociais, com a finalidade de discutir e aprovar o valor a ser praticado. Para definir o valor da anuidade o Cress considera as despesas para manutenção da entidade, para realizar fiscalização profissional, pagamento de pessoal e das atividades políticas, a serem detalhadas em seu Planejamento Orçamentário. As assembleias são espaços de ampla participação, onde assistentes sociais poderão melhor compreender e contribuir para definição de valores condizentes.
A anuidade é a fonte de recursos que permite o funcionamento e a atuação dos Conselhos em defesa da profissão. É um tributo disposto nos Art. 3º a 11 da Lei 12.514, de 28 de outubro de 2011 (Lei das Anuidades dos Conselhos). Sendo a fonte que sustenta as autarquias regulamentadas com a responsabilidade de fiscalizar e normatizar o exercício da profissão, de natureza pública, não pode decidir que a anuidade seja não obrigatória. Pagar anuidade constitui-se uma obrigação de profissionais para com suas entidades (Cfess-Cress).
As formas de acessá-lo constam no site do Conselho Regional onde o/a profissional tem inscrição. O CRESS onde você possui inscrição principal é o responsável pela emissão do referido boleto.
Este é o novo documento de identidade profissional de assistentes sociais, com vistas a permitir maior segurança e adaptação à nova realidade tecnológica, o documento é produzido na modalidade de cartão policarbonato com chip.
Todas as informações cadastrais de assistentes sociais devem ser atualizadas no Conselho Regional de Serviço Social (Cress) sempre que ocorrer modificação, devendo-se solicitar as mudanças por meio de requerimento e documento comprobatório da alteração da situação civil.
Se a/o assistente social alterar seu nome no registro civil, ela/e deve retornar ao setor administrativo/registro/inscrição do CRESS, mediante requerimento de alteração de informações cadastrais, juntamente com os documentos comprobatórios.
Em caso de perda/extravio, a/o profissional deverá apresentar declaração de próprio punho e/ou boletim de ocorrência, expedido pela autoridade policial competente, junto ao Cress, devendo ser solicitado o DIP. O valor do DIP a ser pago, neste caso, será referente ao valor de 2ª via, conforme tabelas atualizadas da Resolução Cfess nº 829/2017.
Nesses casos, você tem direito à isenção do pagamento para a emissão do DIP de 2ª via. Basta apresentar o boletim de ocorrência que comprove o fato, conforme aponta a Resolução Cfess nº 661/2013. As despesas com a expedição de novo DIP, nessas circunstâncias, continuarão sob a responsabilidade do Cress.
No Brasil, as primeiras escolas de Serviço Social surgiram no final da década de 1930, quando se desencadeou no país o processo de industrialização e urbanização. Nas décadas de 1940 e 1950, houve um reconhecimento da importância da profissão, que foi regulamentada em 1957 com a Lei nº 3252. Acompanhando as transformações da sociedade brasileira, a profissão passou por mudanças e necessitou de uma nova regulamentação: a lei 8662/93. Ainda em 1993, o Serviço Social instituiu um novo Código de Ética, expressando o projeto profissional contemporâneo comprometido com a democracia e com o acesso universal aos direitos sociais, civis e políticos. A prática profissional também é orientada pelos princípios e direitos firmados na Constituição de 1988 e na legislação complementar referente às políticas sociais e aos direitos da população. Não pode haver qualquer tipo de discriminação no atendimento profissional.
Não raras vezes, o CFESS é consultado acerca da “cor da profissão”, consulta advinda com maior frequência de formandas/os, quando da organização das solenidades de formatura. Tradicionalmente a profissão é relacionada ao verde, cor que tem se tornado uma referência para grande parte de profissionais e vem sendo “adotada” ao longo do tempo.
Não existe uma explicação exata para tal fato, nem tampouco como surgiu essa correlação; porém um dos motivos mais usuais é que tenha relação com o fato de que a cor verde é representativa das profissões da área de saúde. Como se sabe, o trabalho da/o assistente social na área de saúde vem sendo requisitado institucionalmente há muitas décadas, hoje consolidado, sendo uma das áreas de maior concentração de profissionais. Daí, a tendência de se vincular o Serviço Social à cor verde.
Os símbolos têm referências e significados em determinados contextos sócio-históricos. O que se convencionou para identificar o Serviço Social nos seus primórdios, a exemplo da Estrela dos Reis Magos e a Balança com a Tocha, haja vista a aderência da profissão a valores religiosos e perspectivas vinculadas a movimentos de bases confessionais, hoje estão distantes das características e referências da profissão.
Atualmente, o Serviço Social existe como profissão em diversos países. Está presente em todos os continentes e, em cada um desses locais, há símbolos ou identidades visuais distintas, que, em geral, expressam a perspectiva da profissão em determinado momento da história e são assumidos pela categoria a partir da identificação simbólica entre o fazer profissional e o significado dos símbolos escolhidos.
Nessa perspectiva, o CFESS, a partir dos anos 1990 (na gestão 1996-1999), adotou uma referência na obra de Arthur Bispo do Rosário – fundos murrado –, que se encontra estampada na capa do Código de Ética Profissional e, mais recentemente, está também grafada no documento de identidade profissional do/a asistente social (DIP). A escolha não foi aleatória, muito pelo contrário: esse homem, diagnosticado como paranóico-esquizofrênico, viveu por mais de 40 anos internado em hospitais psiquiátricos, onde executou a maior parte de sua obra artística, composta por mais de 1000 peças, e tornou-se uma das referências para as gerações de artistas brasileiros dos anos 1980 e 1990. Uma “homenagem do CFESS a cada usuário/a das políticas e serviços sociais, em nome do respeito, qualidade e responsabilidade nos termos dos princípios firmados por este Código que nossa ética profissional pretende assegurar. A imagem de Bispo procura ainda reconhecer e enaltecer os esforços dos vários segmentos sociais, políticos e profissionais que se mobilizam pelo compromisso ético com a liberdade, equidade e democracia”, diz trecho da apresentação à edição de 1996 do Código de Ética.
Embora não haja, para o Conjunto CFESS-CRESS, símbolos que representem a profissão, tanto os CRESS quanto o CFESS idealizaram suas identidades visuais (que aparecem no site e em documentos oficiais) a partir de uma simbologia que represente a perspectiva atual da profissão, identificada com os princípios e valores expressos no Código de Ética Profissional.
A gestão do CFESS (2008-2011) adotou uma imagem colorida que expressa a diversidade, a abertura para os novos desafios que se põem cotidianamente na sociedade e para a profissão; as alternativas, as escolhas, enfim, a liberdade!
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Polícia Militar: 190
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Samu: 192
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Corpo de Bombeiros: 193
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Defesa Civil: 199
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Polícia Civil - denúncias: 197
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Central de Atendimento à Mulher: 180
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Disque Direitos Humanos: 100
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Hospital de Base do Distrito Federal
SMHS, Área Especial, Quadra 101 - Asa Sul. Referência para traumas e atendimentos de alta complexidade. -
Hospital Regional da Asa Norte - HRAN
SMHN, Quadra 101, Bloco A, Área Especial - Asa Norte. Atendimento de urgência 24 horas. -
Hospital Materno Infantil de Brasília - HMIB
L2 Sul, Quadra 608, Módulo A - Asa Sul. Urgências pediátricas, ginecológicas e obstétricas, com funcionamento 24 horas.
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Hospital Sírio-Libanês - Brasília
SGAS 613, Lote 94, Via L2 Sul - Asa Sul
Telefone: (61) 2141-4000
Atendimento 24 horas -
Hospital DF Star
SGAS 914, Conjunto H, lotes 64-A e 65-A - Asa Sul
Telefone: (61) 3251-3100
Emergência adulta 24 horas
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1ª Delegacia de Polícia - Asa Sul
Setor Policial Sul, Lote 2B. Funcionamento 24 horas. -
5ª Delegacia de Polícia - Área Central
SGAN 901, Lote A — Asa Norte. Funcionamento 24 horas. -
Delegacia Especial de Atendimento à Mulher - Deam I
EQS 204/205 — Asa Sul. Funcionamento 24 horas.
Telefones: (61) 3207-6172 e 3207-6195. -
Delegacia de Repressão aos Crimes por Discriminação - Decrin
Atende casos de discriminação racial, religiosa, por orientação sexual, contra pessoas idosas ou pessoas com deficiência.
Complexo da Polícia Civil, SPO, Lote 23, Conjunto D.
Telefone: (61) 3207-4537. -
Posto Policial do Aeroporto de Brasília
Praça de Serviços do Aeroporto Internacional de Brasília. Atendimento 24 horas.
Telefones: (61) 3207-4936 e 3207-4937.
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Praça dos Três Poderes
Reúne o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal, além de esculturas e monumentos importantes da história política brasileira. -
Congresso Nacional
Oferece visitas guiadas gratuitas aos plenários, salões e espaços históricos da Câmara e do Senado. Os dias e as regras de acesso podem mudar conforme a atividade legislativa. Consulte o programa Visite o Congresso. -
Catedral Metropolitana de Brasília
Uma das obras mais conhecidas de Oscar Niemeyer, com vitrais de Marianne Peretti e esculturas de Alfredo Ceschiatti. -
Torre de TV e Feira da Torre
O mirante oferece uma vista privilegiada do Eixo Monumental. Ao lado fica a tradicional feira de artesanato e gastronomia. -
Ponte Juscelino Kubitschek
Um dos cartões-postais da capital. A região é especialmente procurada no fim da tarde. -
Ermida Dom Bosco
Parque às margens do Lago Paranoá, conhecido pela vista e pelo pôr do sol. -
Parque da Cidade Dona Sarah Kubitschek
Grande área verde com pistas para caminhada e ciclismo, quadras, áreas de convivência e espaços para piquenique. -
Pontão do Lago Sul
Complexo de lazer e gastronomia à beira do Lago Paranoá, com restaurantes, jardins e áreas para caminhada.
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Museu Nacional da República
Exposições de arte moderna e contemporânea, seminários e atividades culturais.
Setor Cultural Sul, Lote 2.
De terça a domingo, das 9h às 18h30. Entrada gratuita.
Informações e programação -
Museu de Arte de Brasília — MAB
Acervo de arte moderna e contemporânea em um edifício às margens do Lago Paranoá.
SHTN, Trecho 1, Projeto Orla, Polo 3, Lote 5.
De quarta a segunda, das 10h às 19h. Fechado às terças-feiras.
Informações e programação -
Memorial dos Povos Indígenas
Espaço dedicado à diversidade, à memória e às produções culturais dos povos indígenas brasileiros.
Eixo Monumental, Praça do Buriti, em frente ao Memorial JK.
De terça a domingo e feriados, das 9h às 17h.
Informações e programação -
Museu Histórico de Brasília
Localizado na Praça dos Três Poderes, apresenta registros e inscrições relacionados à construção e à inauguração da capital.
De terça a domingo e feriados, das 9h às 18h.
Informações -
Museu Vivo da Memória Candanga
Instalado no antigo Hospital Juscelino Kubitschek de Oliveira, preserva a memória das trabalhadoras e dos trabalhadores que construíram Brasília.
Lote D, Setor Juscelino Kubitschek - Núcleo Bandeirante.
Informações e programação -
Memorial JK
Museu dedicado à trajetória de Juscelino Kubitschek e à construção de Brasília.
Eixo Monumental, Praça do Cruzeiro.
De terça a domingo, das 9h às 18h. A entrada é paga.
Informações -
Centro Cultural Banco do Brasil — CCBB Brasília
Exposições, cinema, teatro, música e atividades educativas.
SCES, Trecho 2, próximo à Ponte JK.
De terça a domingo, das 9h às 21h. Algumas atividades exigem retirada antecipada de ingresso.
Programação
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Ordinário Bar e Música (Local da confraternização do 53º EN)
Endereço: SBS Q. 2 BL Q Lojas 5/6 - Asa Sul, Brasília - DF, 70070-120
Telefone: (61) 99102-9786
Menu: ordinario.supersal.com.br
@ordinariobar
- Ām.bar - Ambar
Bar musical com forte presença da cultura do vinil, DJs, festas, samba, música brasileira e eventos LGBTQIA+. Também oferece gastronomia e drinques autorais.
SBS, Quadra 1, Bloco C, Loja 15 - Asa Sul.
Telefone: (61) 99161-6099.
@ambar.bsb
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Bar Beirute
Um dos bares mais tradicionais de Brasília e histórico ponto de encontro de jornalistas, artistas, sindicalistas e militantes. O cardápio combina comida árabe, pratos brasileiros e cerveja gelada.
109 Sul - telefone: (61) 3244-1717.
107 Norte - telefone: (61) 3272-0123.
Site do Beirute -
Bar do Joaquim
Bar do Joaquim Brasília tem esquina e alma nordestina música, comida, brasilidades e encontros.
Endereço: SCS Q. 1 Edifício Maristela sala - Asa Sul, Brasília - DF, 70655-775
@bardojoaquimdf -
Caju Limão
Boteco contemporâneo inspirado nos bares brasileiros tradicionais, com petiscos, pratos para compartilhar, almoço, drinques e cerveja. Possui duas unidades em Brasília.
Asa Norte: CLN 202, Bloco A, Loja 3.
Sudoeste: SIG, Quadra 8.
Cardápios, reservas e informações -
Mimo Bar
Bar voltado à coquetelaria, à arte e à diversidade. A programação reúne DJs, apresentações musicais, exposições, festas e encontros políticos e culturais.
CLN 205, Bloco C, Loja 25 - Asa Norte.
Telefone: (61) 98159-0721.
@mimobarbsb -
Infinu Comunidade Criativa
Reúne gastronomia, música, arte, moda e produções autorais de Brasília. A programação inclui shows, feiras e festas.
CRS 506, Bloco A, Loja 67 - Asa Sul.
Site da Infinu -
Ordinário Bar & Música
Bar, restaurante e casa de shows que ocupa o antigo endereço do Outro Calaf. A programação é marcada pelo samba, pagode e pela música brasileira, reunindo artistas tradicionais e nomes da nova geração.
SBS, Quadra 2, Bloco Q, Lojas 5 e 6 - Asa Sul.
Telefone: (61) 99184-4421.
Programação e reservas -
Birosca
Espaço cultural e casa de festas no Conic, com programação de música brasileira, samba, hip-hop, funk e eventos LGBTQIA+.
SDS, Bloco E, Loja 3 - Conic.
@biroscadoconic - Blocogê Bar
Bar LGBTQIA+ com música, festas, karaokê, gastronomia e eventos temáticos.
SCRN 714/715, Bloco G, Loja 6 - Asa Norte.
@blocoge.bg - LAH no Bar
Karaokê, pista de dança, música pop, shows drag e festas temáticas.
CLS 413 Sul, Bloco A, Loja 36 - Asa Sul.
@lahnobar - Buteco do Toinzinho (Guará)
Qualidade dos petiscos, bebidas extremamente geladas e atendimento rápido.
Endereço: 28, Sria I Qi 14 Qi 12 Ae Bl A, 4 - Guará, Brasília - DF, 71015-610
Telefone: (61) 98304-2410
@butecodotoinzinho - Pub Club
Casa de festas LGBTQIA+ com pista de dança, karaokê e eventos com artistas locais.
CNN 2/4 - Ceilândia.
Telefone: (61) 99233-4651.
@pubclubceilandia - Kiosque Jeito Carioca
Sambão dos bons às sextas!
Qd 4 Bloco I · (61) 99177-9259
@kjeito_carioca